S´bado, 01 de novembro de 2014

 

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Pequeno notável: Aqui-MA vira fenômeno de vendas no Maranhão

No dia 1º de junho de 2008, os Diários Associados lançaram o jornal porpular Aqui no estado do Maranhão. O diário nasceu vendido a R$ 0,25 e tiragem de 3 mil exemplares. Oito meses depois, a surpresa: o veículo já imprime 42 mil exemplares todos os dias. É a maior tiragem da história do Maranhão e uma das maiores do Nordeste.

A fórmula popular, adotada na maioria dos estados brasileiros, ganhou dos Diários Associados a marca "Aqui". Começou em Minas, chegou a Brasília (Aqui-DF), nasceu na capital São Luís (Aqui-MA) e também em Pernambuco (Aqui-PE). Bem sucedido, o modelo adotado pelo grupo ultrapassa a tiragem de 150 mil exemplares - unindo a impressão diária dos quatro Aqui´S.

Para o condômino dos Associados e presidente do grupo no Maranhão, Pedro Freire, o Aqui-MA foi a grande surpresa do jornalismo do estado em 2008. Uma das vantagens da rápida aceitação do público, explica ele, foi circular o veículo no fim da tarde. "Circulamos às 18h do dia anterior sem ser um vespertino. Assim, conseguimos antecipar boa parte das notícias da tevê e também o que os jornais publicarão no dia seguinte". No estado, o grupo ainda edita o diário O Imparcial e o portal de notícias O Imparcial Online.

Recentemente, o Aqui-MA cresceu no formato. Passou de tablóide para berliner, tradicional modelo europeu já adotado por muitos jornais populares brasileiros. A necessidade da mudança, segundo Freire, foi, corporativa, já que o popular Aqui nos outros três estados adotam o tamanho berliner. "Fizemos isso para nos adaptar a necessidade do mercado, fazendo um jornal um pouco maior, mais bonito, sem perder a mobilidade do formato tablóide", comenta.

O projeto gráfico também mudou. Ficou mais colorido e privilegia a leitura rápida. O visual também é o mesmo dos outros Aqui´s do grupo. "As mudanças dão mais simetria e organização. O Aqui-MA é um jornal de leitura rápida. Muitos o leem na correria do dia-a-dia, dentro de ônibus ou até mesmo andando pela rua. Temos a responsabilidade de proporcionar conforto a essa leitura", explica o editor-chefe, Pedro Henrique Freire.

Com o preço baixo, o Aqui-MA proporciona leitura para quem antes não tinha acesso aos jornais. E, além disso, gerou cerca de 150 empregos, entre diretos e indiretos. "E não temos a menor intenção de elevar o preço do jornal. Será R$ 0,25. Assim, viveremos com a satisfação de criar todos os dias um bem social para o estado, proporcionando leitura para quem nunca leu jornal", observa.

FENÔMENO DE VENDAS

O que você compra com 25 centavos? "Uma pipoquinha. Mas tem que ser o pacote pequeno. Se for do grande já é R$0,50", informa Joana Silva, dona da Barraca Verde, na Praça dos Pescadores, Centro. Lá, com essa moedinha, podemos comprar ainda cinco balinhas de hortelã e só. Imagine, então, comprar as últimas notícias do seu time preferido, do bairro e cidade onde vive e ainda saber das fofocas que rolam meio artístico, tudo por apenas R$ 0,25? Achou barato? Assim é o jornal Aqui-MA, lançado em 1º de junho do ano passado, pelos Diários Associados (DA), o mesmo que edita o tradicional O IMPARCIAL e o portal de notícias O IMPARCIAL ONLINE (www.oimparcial.com.br). Com oito meses de circulação, o veículo é um fenômeno de vendas, lido por cerca de 150 mil pessoas em São Luís. O segredo da circulação é o formato popular, com notícias de polícia, cidades, esporte e as últimas das celebridades.

"A linha editorial é sólida. Não mudará. O Aqui-MA não é um jornal analítico, nem político, nem econômico. É um jornal popular, mas sério. Feito para informar a população e ajudá-la de alguma forma, seja para conseguir um emprego ou prevenir-se de alguma doença", explica o presidente Pedro Freire.

 

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